Por Márcio Passos

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ATENDIMENTO

Estive semanas atrás num bar muito bem montado no início da avenida Castelo Branco. Bom gosto, alto investimento e estrutura suficiente para um bom bate papo de final de tarde. Mas o atendimento...

Quando escolhi a mesa o garçom apareceu e quase jogou o cardápio sobre ela.

Perguntei se tinha determinada marca de cerveja. Ele botou as mãos na cintura e falou: “Essa não tem, não senhor!”. E ficou me olhando com cara de quem não queria trabalhar.

Ainda tentei contornar a situação, mas o convidado de Belo Horizonte que me acompanhava se levantou e falou:

- Vamos procurar um lugar onde as pessoas queiram nos tratar bem?

E O DONO?

Leio as reclamações do Célio Lima, do Marcelo Melo e do Zé Henriques quanto ao atendimento ruim que se verifica em vários estabelecimentos comerciais da cidade.

Você sai de casa disposto a consumir e não é bem atendido. O empregado que atende você não está interessado em preservar seu emprego e, muitas vezes, o dono não está ou não aparece na área para conferir como seus clientes estão sendo atendidos.

Aí fica muito difícil.

DEMITIR NA URNA

“Cada cidade escolhe, a cada eleição municipal, os cidadãos que se destacam em determinadas funções e os elege vereadores. Depois de eleitos, em um equívoco de avaliação, o outrora cidadão deixa de ser um escolhido representante popular e passa a ser político, colocando seus privilégios à frente dos daqueles que o escolheram. Cabe a cada eleitor, com o poder de escolha de seu voto, demitir na urna o mau representante que outrora elegeu”.

(Petrônio Souza Gonçalves, jornalista e escritor)

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